segunda-feira, 17 de março de 2014

9° Feijoada das Marias do Jongo em 2014


Feijoada das Marias do Jongo
Dia 23 é dia de Jorge... Mas não só! É também a Feijoada das Marias do Jongo, um dia para homenagear e dar visibilidade às mulheres do Jongo Dito Ribeiro e a seu protagonismo no cotidiano da Comunidade. Nosso convite é para uma feijoada feita de segredos que passaram de geração em geração, em uma tarde com muito samba de boa qualidade e uma roda de jongo com muito axé. E não podemos deixar de falar do primeiro motivo de nossa festa, comemorar o aniversário de Dona Maria Alice e Tia Cidinha – duas filhas de Dito Ribeiro, nosso ancestral jongueiro. Tudo isso na Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira, espaço de resistência da cultura e da história da comunidade negra na cidade de Campinas. 
Data: 23/03/2014
Almoço da 12h às 14h30
(a
feijoada será servida somente no local)
Programação Cultural
Sonorização e discotecagem DJ Barata
12h30 Grupo Casarão
14h Mesa de Bar e Incéi Mirian
15h30 Casa Caiada
17h Roda de Jongo
18h30 Aureluce Santos
Convite
R$25,00 (antecipado)
R$50,00 (na porta)
Pontos de Venda
Banca do Barbosa – Praça Felipe Selhi (ao lado do Terminal Central – Cps) fone 3233-0491
Casa de Cultura Fazenda Roseira e com os integrantes da Comunidade Jongo Dito Ribeiro
Local: Casa de Cultura Fazenda Roseira - Av. John Boyd Dunlop, s/n. Em frente à PUC II, dentro do loteamento. Campinas-SP
Infos:
19 99934 8428 19 99934 842819 99934 8428 (Mari) e 19 99134 3922 - 7815 601456 Id 89* 124 107(Alê Ribeiro) Email: alejongo@gmail.com
Realização: Comunidade Jongo Dito Ribeiro / Casa de Cultura Fazenda Roseira Apoio: Cepir / Prefeitura de Campinas – Secretaria de Cultura


A Comunidade Jongo Dito Ribeiro e a Casa de Cultura Fazenda Roseira
Jongo
Considerado um dos precursores do samba, o jongo é composto por elementos de dança, canto e percussão de tambores. No passado, foi uma das poucas possibilidades de lazer e resistência à dominação colonial dos trabalhadores negros escravizados nas lavouras de café e cana de açucar. Com a transmissão dos saberes entre gerações, o jongo hoje está nas periferias urbanas e em algumas comunidades rurais do sudeste brasileiro, e continua com seu papel de mobilização social e de alegria, assumindo uma postura política e articuladora de grande importância para os guardiões dessa tradição e para seus novos interlocutores. Em 2005, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) reconheceu o Jongo do Sudeste como patrimônio cultural brasileiro de natureza imaterial.

Comunidade Jongo Dito Ribeiro
A Comunidade Jongo Dito Ribeiro é um grupo organizado em torno do jongo em Campinas-SP, desde 2002. Suas raízes, no entanto, remontam uma manifestação cultural e uma história familiar muito mais antigas. O nome do grupo é uma homenagem a Benedito Ribeiro, ancestral jongueiro que é a referência da herança do jongo para familiares e comunidade. O grupo dá continuidade a essa historia. Para isso, vive e compartilha o jongo, além de estabelecer parcerias com outros grupos e instituições que promovem ações culturais e educativas.

Casa de Cultura Afro Fazenda Roseira

A Casa de Cultura Fazenda Roseira é uma conquista do movimento negro e do movimento popular, sendo uma referência agregadora da cultura afro-brasileira dentro da cidade de Campinas. Trata-se de um casarão do final do século XIX que se tornou um equipamento público em 2007. A Associação do Jongo Dito Ribeiro desde 2008 faz a gestão da Casa, articulando atividades culturais e educativas que tem como eixos a cultura, a historia, a mitologia e o meio ambiente em uma perspectiva afrobrasileira.